• O estreitamento do meu contato com a Agência Universitária de Notícias se deu em 2017 por meio da experiência de estágio do Programa de Aperfeiçoamento de Ensino (PAE) na disciplina “Laboratório de Jornalismo – Agência de Notícias”, ministrada pelos professores Dr. André Chaves de Melo Silva e Dr. José Luiz Proença. Tanto como doutoranda quanto como jornalista, já tendo passado profissionalmente por uma agência de notícias, tive uma experiência do processo de ensino-aprendizagem extremamente rica em sala de aula. Pude compartilhar minha experiência com os alunos e professores e, ao mesmo tempo, aprender com eles, troca que a academia proporciona de forma engajadora e dialógica. A disciplina possibilita que os alunos ganhem proficiência nesse formato específico de escrita, ao mesmo tempo que permite que eles descubram e revelem à sociedade a alta qualidade da ciência produzida na universidade ao publicarem seus textos assinados na AUN, mais importante agência de notícias sobre ciência e cultura da USP e uma das mais antigas do país. Acompanhar o progresso dos jovens é edificante, assim como estar em contato com a AUN é um privilégio para qualquer jornalista brasileiro, considerando sua importância histórica. Tariana Brocardo Machado/setembro 2019
  • Depois de três anos, me reencontrei com AUN. Desta vez, não mais como aluna, mas como monitora da disciplina. Participar dos bastidores da Agência e sentar na sala de aula ao lado dos professores, não mais junto dos demais alunos, foi algo que não esperava para meu último semestre no CJE, mas foi um ótimo jeito de me despedir: dando valor ao patrimônio que ali cultivamos. O arquivo da AUN guarda não somente anos e anos da história da produção científica da nossa Universidade, refletindo os valores de cada época, como também é uma memória dos tantos proto-jornalistas que um dia frequentaram a ECA. Cada matéria produzida para o site da Agência dá continuidade a um processo de valorizar a ciência do nosso País e de aproximar pessoas através do conhecimento. Que isso nunca acabe. Helena Mega/Julho 2019                                                                                               
  • No segundo semestre de 2018, participei da etapa de estágio do Programa de Aperfeiçoamento de Ensino (PAE) junto à disciplina CJE0590 – Laboratório de Jornalismo – Agência de Notícias, no Departamento de Jornalismo e Editoração da Escola de Comunicações e Artes, ao lado dos professores André Chaves de Melo Silva e José Luiz Proença. A Agência Universitária de Notícias se mostrou uma experiência muito gratificante para a pesquisa de doutorado, na qual pretendo estar nesse movimento de interação com discentes e docentes dos Bacharelados em Jornalismo sobre o processo de ensino-aprendizagem no ensino superior. A AUN é uma oportunidade riquíssima dos estudantes de jornalismo da USP contribuírem com o diálogo social entre universidade-sociedade. Na ocasião, auxiliei os alunos nas atividades de repórter nas diferentes unidades da USP em que desenvolviam pautas, apuração de dados, entrevistas e redação de notícias sobre as contribuições científicas da universidade. Ressalto como fundamental a acolhida que os estudantes deram a minha estadia com eles. Foi possível compartilhar repertórios sobre a escrita de notícias e de reportagens, dialogar sobre as dificuldades e desafios da cobertura jornalística e, principalmente, construir uma reflexão sobre a responsabilidade ética e solidária que a profissão nos traz pelo ato de mediação das vozes e tensões sociais. Gean Oliveira Gonçalves/Abril 2019
  • “Fazer parte da Agência Universitária de Notícias foi uma experiência gratificante em muitos sentidos. Assim como as demais disciplinas laboratórios do curso de jornalismo – que ainda o fazem uma referência no país – nós, os alunos, somos incumbidos de novas responsabilidades, muitas vezes lidando com assuntos que não dominamos nem um pouco, como o meu caso. Fiquei responsável por cobrir o Instituto de Química, área do conhecimento que, como todas as demais ciências exatas, não possuo qualquer afinidade. Sem saber, foi a melhor escolha que podia ter feito. Percebi que, como jornalista, posso fazer qualquer coisa se me preparar bem. A prática do jornalismo não permite nunca zonas de conforto. O cotidiano daqueles que seguem os caminhos mais tradicionais – como repórter – é nas ruas, expondo-se à situações e pessoas diversas, que demandam preparações diferentes. E na AUN temos uma oportunidade de aprender a nos preparar. Tenho certeza que todos aqueles que passaram por essa experiência – assim como os demais laboratórios do curso – serão profissionais melhores e mais confiantes. E sim, por conta do trabalho que fiz durante a disciplina (e também à sorte), consegui a honraria de viajar à Antártica em fevereiro, como parte do Programa Antártico brasileiro, organizado pela Marinha do Brasil, realizando a divulgação científica do projeto Macroalgas e acompanhando o trabalho dos pesquisadores da equipe no continente gelado. Graças aos desafios propostos a mim durante todo o semestre de AUN, sinto-me muito mais preparado para essa empreitada.” Pedro Graminha/Outubro 2017
  • “Eu sou Ana Dorneles, produtora do programa Globo Repórter. Nosso programa usa pesquisas universitárias em todos assuntos que explora, principalmente os que discorrem sobre saúde e bem estar. Assim, as matérias reportadas pela Agencia Universitária de Notícias da USP, são essenciais para a nossa pauta, pois mostram as últimas pesquisas realizadas pela Universidade nos mais diferente setores. Pesquisas que podemos confiar de olhos fechados! Parabéns pelo trabalho, que ele se estenda no mínimo, por mais 50 anos.” Ana Dorneles/Outubro 2017